sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Resultado Promoção de Inverno Renata Leal Pilates


Saiu o resultado da nossa promoção:

Kit Masculino: 01 squeeze , 01 par de meias com antiderrapante na sola, 01 Kit Boticário (01 creme barbear + 01 creme desodorante para mãos + 01 sabonete da linha Men) :
Vencedor:  Fabio K. Watanabe

Kit Feminino: 01 squeeze, 01 par de meias com antiderrapante na sola, 01 Kit Boticário (01 sabonete líquido+ 01 sabonete cremoso esfoliante + 01 loção hidratante da linha Exótica)
Vencedora:  Ana Aires.

Aos participantes,
 Parabéns pela dedicação, e muito obrigada por confiar em nosso trabalho :)

     
                                                                                                                        Equipe Renata Leal Pilates

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Pilates alivia sintomas da tensão pré-menstrual

Exercícios reduzem o inchaço e as dores, além de melhorarem o mau humor e a ansiedade.
Mau humor, cansaço, irritabilidade excessiva, insônia, dor abdominal, enjoo... a tensão pré-menstrual (TPM) assombra cerca de 75% das mulheres entre 20 e 45 anos. Mas o Pilates, atividade física que fortalece e dá mais flexibilidade aos músculos, promete aliviar estes sintomas.
A fisioterapeuta e integrante da Associação Brasileira de Pilates (Abrapi) Erica Mori explica que a atividade ajuda a mulher a enfrentar o período especialmente porque melhora o fluxo sanguíneo.
"O Pilates diminui o inchaço, melhora as alterações de humor, reduz a ansiedade, o estresse, as dores no corpo e as tensões geradas nos dias da TPM", exemplifica.
Erica ainda explica que, por causa do trabalho respiratório que a prática exige da aluna, a endorfina (hormônio responsável pela sensação de bem-estar e prazer) é liberada pelo organismo, aliviando o transtorno da TPM.
Para sentir os efeitos da atividade, a recomendação dos profissionais é praticá-la pelo menos duas vezes por semana, durante 30 minutos. "O mais importante é a mulher manter a frequência nas aulas. Em média, depois de 15 ou 20 sessões, ela começa a perceber alguma diferença. Depois de 30, ela começa a se sentir uma nova pessoa", explica Erica.
Além do Pilates, outras atividades simples podem aliviar o desconforto do período. "É fundamental sempre fazer algo que proporcione a sensação de bem-estar. Exercícios leves, como um passeio no parque, já ajudam o corpo a lidar melhor com a TPM", explcia Erica.
O Pilates, além de ajudar contra a tensão pré-menstrual, também é indicado para outras finalidades. Por alongar e fortalecer a musculatura, a prática previne lesões, corrige a postura, alivia dores musculares, melhora o equilíbrio, a coordenação e a capacidade respiratória, e ainda serve para pessoas que precisam passar por processos de reabilitação física.
Fazer atividade física é essencial
Mulheres que não praticam atividades físicas regularmente costumam sentir mais os efeitos da tensão pré-menstrual. Além disso, seu fluxo menstrual geralmente é maior.
"Fazer atividade física, pelo menos duas vezes na semana, é essencial para combater todos os problemas que a TPM pode trazer", alerta Erica.
A fisioterapeuta também recomenda que as mulheres tenham uma alimentação balanceada.
"Coma bastante verdura, legumes e frutas. Equilibrar os nutrientes ajuda o organismo. Além disso, use o mínimo de sal possível, já que ele contribui para o inchaço no período".
Fonte: O Dia

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Promoção de Inverno Renata Leal Pilates







O Studio dará um empurrãozinho na preguiça neste inverno...
Sortearemos 01 brinde entre os alunos mais assíduos do mês de Julho!!!
De 01/07 a 31/07 os que tiverem 100% de presença concorrerão. Não pode ter nenhuma faltinha ein ;)
Divulgaremos o resultado na primeira semana de Agosto.
Participem!!! Boa sorte!!!

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Presença no PLP- Pilates Leader Programme








Neste fim de semana estivemos presentes no evento da BMC Pilates e TC Pilates totalizando 18h e 30 minutos de estudos , palestras e aulas práticas com os mais renomados professores internacionais.
Buscamos sempre atualizações contínuas, trazendo o que há de mais novo para nossos queridos alunos.

Presença nos temas:

- Despertando com GARUDA;
- Trabalhando com Escoliose para professores de Pilates;
- As infinitas possibilidades do Reformer com Infinity;
- Pilates para uma Gravidez saudável e feliz;
- Aula de Reformer para um envelhecimento equilibrado;
- Pilates hoje;
- Abordagens e tratamentos das síndromes de dores crônicas que afetam a coluna lombar;
- L.A.F nas Disfunções de Cabeça e Pescoço;
- L.A.F nas Disfunções do Tórax;
- Pilates da Fonte.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Osteoporose não está ligada somente ao envelhecimento; Saiba mais como evitar a doença

Caracterizada pela degradação e redução da estrutura óssea, a osteoporose está atrelada a uma série de fatores e não apenas à hereditariedade, ao envelhecimento e à perda natural das células que formam o esqueleto. O estilo de vida adotado na adolescência e na fase adulta também tem importância fundamental, pois pode tanto propiciar como prevenir ou retardar o aparecimento da doença, que já atinge 10 milhões de brasileiros, segundo o Ministério da Saúde.

Texto: Marina Kuzuyabu
Isso acontece porque o pico de formação dos ossos é atingido entre a adolescência e os 35 anos de idade, como explica o ortopedista Fernando Moisés José Pedro, gerente-médico do Hospital Alvorada. Por esse motivo, a constituição de uma estrutura forte nessa fase é essencial para sua adequada manutenção no futuro. "Um aumento de 10% no índice de massa óssea nos jovens diminui em 50% o risco de fratura por osteoporose na vida adulta", declara.
O reumatologista Roberto Heymann, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), afirma que para conquistar um esqueleto "reforçado", o tabagismo e a ingestão excessiva de café e bebidas alcoólicas devem ser evitados ou mesmo eliminados. O sedentarismo, o consumo insuficiente de alimentos fontes de cálcio e vitamina D e a baixa exposição solar são outros hábitos de risco.
Influências hormonais
As mulheres devem ter uma preocupação ainda maior, pois constituem as vítimas mais numerosas da doença. "A osteoporose é mais comum no sexo feminino por dois motivos: entre elas, os ossos são mais leves e finos. Além disso, na menopausa ocorre uma deficiência do hormônio estrogênio, que tem influência direta nas células ósseas", esclarece Pedro.
Heymann acrescenta que 30% das mulheres saudáveis desenvolvem o problema ao cessarem seus ciclos menstruais. Aquelas que foram submetidas à cirurgia de remoção de ovários e não fizeram reposição de estrógenos e as que iniciaram tardiamente seus ciclos menstruais também são alvos da doença, segundo o especialista.
A osteoporose também atinge o sexo masculino, embora numa proporção menor. O gerente-médico do Hospital Alvorada explica que, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), acima dos 50 anos, 30% das mulheres são acometidas pela doença, enquanto entre os homens a proporção é de 10%.
Eles são menos suscetíveis por terem ossos mais fortes e largos, mas a combinação da perda de elementos minerais com a baixa produção de testosterona, a manutenção de hábitos não saudáveis e a presença de antecedentes na família com a doença pode acelerar a deterioração da massa óssea.
Doenças preexistentes
Além dos fatores mencionados acima, o problema pode se manifestar como consequência de outras doenças, como informa Heymann. Hiperparatireoidismo, linfoma, leucemia, mieloma múltiplo, artrite reumatoide, sarcoidose e doença de Cushing são alguns exemplos desses casos.
Alguns medicamentos utilizados por longo prazo podem ter o mesmo efeito. "A National Osteoporosis Foundation (instituição norte-americana dedicada à prevenção da doença) cita entre os fatores de risco o uso de glicocorticoides via oral, um grupo de fármacos utilizados como imunossupressores e anti-inflamatórios", pontua Pedro.
Diagnóstico precoce
A densitometria óssea é o método mais indicado para diagnosticar a doença, inclusive precocemente. "O exame deve ser feito por mulheres que estão entrando na fase de menopausa, homens acima de 65 anos e indivíduos de qualquer idade expostos aos fatores de risco", esclarece o especialista da Unifesp.
Sua realização é fundamental, pois a patologia é assintomática. Ou seja, não há qualquer indício que aponte sua existência além da ocorrência das próprias fraturas, sua principal consequência. "Elas podem ocorrer por traumas mínimos ou mesmo sem relação a trauma algum", fala o reumatologista. Redução de altura e aumento da curvatura dorsal (corcunda) são outros indícios importantes.
Entre as fraturas mais frequentes, Heymann menciona as das vértebras das colunas dorsal e lombar, a do colo do fêmur e a do antebraço. "A do fêmur é a mais grave, pois além de causar dor intensa, demanda um procedimento cirúrgico para colocação de prótese", esclarece.
Os tratamentos baseiam-se na prescrição de medicamentos para aumentar a resistência dos ossos sem, no entanto, recuperar a massa óssea perdida ou curar a doença. "Independente do tratamento medicamentoso escolhido, todos os portadores devem ter uma ingestão adequada de cálcio e vitamina D", reforça.
Alerta constante
"Por terem ossos mais frágeis, os pacientes com osteoporose precisam evitar quedas a todo custo. Elas constituem a principal causa de morte acidental entre os indivíduos com mais de 65 anos de idade", alerta o especialista do Hospital Alvorada.
Em função disso, algumas adaptações no ambiente doméstico são altamente recomendadas. Reforço na iluminação e instalação de pisos antiderrapantes, barras de apoio nos banheiros e corrimão nas escadas são algumas sugestões. "O ideal é que a pessoa também tenha um quarto para dormir próximo ao banheiro", acrescenta Pedro.
"Também é recomendável realizar visitas regulares ao médico para ajuste das doses dos medicamentos, principalmente aqueles que podem causar diminuição do nível de consciência, como os anti-hipertensivos e hipoglicemiantes orais", completa.
Prevenção e contenção
O cálcio é o principal elemento para prevenir e conter o desgaste da massa óssea. A nutricionista Marisa Chiconelli Bailer, do Hospital Samaritano, informa que a recomendação diária do nutriente é de 1.200 mg ou 1.500 mg no caso de mulheres na menopausa.
Em termos práticos, o valor pode ser alcançado com o consumo de um copo de 200 ml de leite (integral ou desnatado) e duas fatias de queijo branco no café da manhã, um pote de iogurte de 200 ml e uma porção de requeijão no lanche da tarde e mais um copo de leite de 200 ml à noite. Quem sofre com intolerância à lactose pode recorrer a outros alimentos fontes do nutriente como espinafre, couve-manteiga, escarola, agrião, brócolis, sardinha e leite de soja enriquecido.
Uma adequada ingestão de vitamina D também é importante, pois melhora o aproveitamento do cálcio no organismo. Ela pode ser encontrada, por exemplo, em ovos, peixes, ostras e óleo de fígado de peixe. Contudo, sem exposição solar, a vitamina não pode ser sintetizada. Ou seja, é preciso incluir nas recomendações banhos de sol de pelo menos 15 minutos por dia. Em alguns casos, os médicos podem ainda prescrever suplementos vitamínicos, segundo a especialista.
"Diversos artigos publicados tanto no Brasil, como em outros países, mostram que quando uma população apresenta um consumo satisfatório de cálcio e vitamina D, a incidência de osteoporose é menor quando comparada a grupos que apresentem ingestão inferior", declara.
Em sua avaliação, a dieta média do brasileiro não supre as necessidades recomendadas, o que torna necessária uma mudança nos hábitos alimentares. Na infância e na adolescência, as orientações devem ser seguidas com um rigor ainda maior, pois, nesses períodos são formadas as reservas ósseas para a fase adulta e a velhice.
A prática de exercícios é igualmente recomendada. "A atividade física estimula a formação óssea", afirma Pedro. Mesmo entre os idosos, o conselho se aplica, pois age na fragilidade dos ossos e na prevenção de quedas, uma vez que "melhora o equilíbrio e as reações de defesa e reflexo".
Fonte: Uol - Bem Estar

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Resultado da Promoção de Natal!!!

 A vencedora da nossa promoção de Natal foi M.Cristina I.Cimino, com a frase:


Experiente algo novo em sua vida. Experimente Pilates.

Ganhou 01 Mês de Pilates 2x por semana (8 aulas).

Parabéns!!!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Lombalgia na Gestação

 
http://t2.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRnhcQgYYGJCPvIaPVgvUZxj7yPqGFoSTf6Abhwz_i6_q1iULHj7wA gravidez é uma fase de grandes transformações no corpo feminino. A grande manifestação de hormônios, durante a gestação, ajuda a preparar o corpo feminino para o desenvolvimento fetal. As mamas são preparadas para produzirem leite, os hormônios fazem com que às articulações fiquem mais soltas e flexíveis, o útero se expande para acolher e desenvolver o feto e a coluna tenta adaptar-se a essa expansão do útero projetando as vértebras lombares para frente. Com tantos acontecimentos, surgem também os desconfortos como vômitos, tonturas e dores musculoesqueléticas principalmente  lombares.
A ocorrência das dores lombares resulta na limitação dos movimentos do corpo e muitas vezes impede mulheres no período gestacional de atuar profissional e socialmente de forma normal.  A lombalgia caracteriza-se pelas dores existentes na parte inferior do dorso, podendo ser irradiada para os membros inferiores do corpo, possivelmente decorrente da inflamação do nervo ciático, sendo definida assim como lombociatalgia. Na gestação tanto a lombalgia como a lombociatalgia podem evoluir para a limitação dos movimentos da gestante. Dessa forma, traria resultados negativos não só para sua vida profissional, como também para sua vida social. No entanto, existem meios para prevenir ou aliviar essas dores lombares através de exercícios físicos, proporcionando a essas mulheres uma gravidez mais ativa.
Sabemos que diversos fatores contribuem para o aparecimento dessas dores lombares, mesmo que não tenham uma causa específica comprovada, valem lembrar algumas delas: psicossociais, insatisfação laboral, obesidade, hábito de fumar, grau de escolaridade, realização de trabalhos pesados, sedentarismo, síndromes depressivas, litígios trabalhistas, fatores genéticos e antropológicos, hábitos posturais, alterações climáticas, modificações de pressão atmosférica e temperatura.
Elas podem ser agudas quando aparecem subitamente e permanecem por menos de 6 semanas, ou sub-agudas quando permanecem de 6 à 12 semanas. E as crônicas que permanecem por mais de 12 semanas.
É importante lembrar que a estabilidade da grávida é adquirida sob custa de uma carga aumentada sobre os músculos e os ligamentos da coluna vertebral. Certamente que a dor lombar seja tão comum na gestação. Apesar de seu conteúdo a cintura pélvica também se altera consideravelmente na gravidez. Os ossos que compõe a pélvis se mantêm juntos pela fibrocartilagem com pequenas cavidades articulares sinoviais e reforçada pelos ligamentos da pelve: o púbico e o sacroisquiático. No começo da gestação existe a liberação dos hormônios: estrógenos e / ou relaxatina, influenciando no relaxamento dos ligamentos. A frouxidão da cartilagem e o aumento do fluido da sinóvia e do espaço sinovial ampliam as articulações da pélvis.  Essa frouxidão resulta numa mobilidade articular aumentada e uma pélvis instável refletida em marcha gingada. Modificações semelhantes a da pélvis ocorrem em outras articulações e músculos. Por fim, é possível verificar que depois dessa descrição os esportes que necessitam de agilidade, equilíbrio e força, especialmente das mãos, como andar a cavalo, ginástica ou tênis, possam ocasionar mais lesões em gestantes, enquanto nadar não se afeta da mesma forma (ARTAL, et al., 1999).
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assim, um programa de exercícios físicos durante a gestação e na presença da lombalgia são basicamente os mesmo para a gestante que não apresentam dores lombares. Obedecendo a uma coerência de cuidados com a intensidade dos exercícios e preferindo exercícios na água, como hidroginástica  ou natação adaptada (MATSUDO, et al., 2000).
O autor Katz (1999) recomenda que antes de começar qualquer exercício físico a gestante deve seguir as orientações do seu médico com relação às atividades físicas.
Lima, et al. (2005) diz que as mulheres devem escolher atividades que apresentem pouco risco de perda de equilíbrio e de traumas. O trauma direto ao feto é raro, mas é prudente evitar esportes de contato ou com alto risco de colisão.
Já Matsudo, et al. (2000), afirma que nesse caso a preferência de exercícios com baixo risco, mais voltados para o aeróbico, sem objetivo de perda de peso e associados a alongamentos gerais, também acrescentando os específicos para região lombar vem diminuindo as dores referentes a lombalgia.
Mas não é só isso, os alongamentos devem ser enfocados para região lombar, e flexores de quadril visto que na gestação a anteroversão pélvica é acentuada. Após os alongamentos inclua mobilidade, báscula antero posterior e latero lateral irá auxiliar à busca à uma pelve neutra e a aumentar os espaçamentos intraarticulares, potencializando a nutrição dos tecidos moles.
Faça PILATES, o otimização da estabilidade do CORE promovida por esta técnica é fundamental, o contrário de muitos pensadores, o fortalecimento do abdomen é de fundamental importância, tanto para gerar estabilidade do centro quanto para atenuar a hiperlordose lombar. Mas antes, investigue se você apresenta diástase abdominal.
Cuide de você para que você possa cuidar de quem está para chegar….
Professora Ft. Msd. Milena Dutra